Como Fazer Análise Preliminar de Riscos - APR

A Análise Preliminar de Riscos -  APR é uma forma de avaliar o impacto de riscos em uma organização. Através da matriz APR você pode quantificar e classificar riscos quanto a sua probabilidade(frequência) e gravidade (severidade). Ao olhar a planilha, basta imaginar que quanto maiores são as chances de um evento ocorrer e mais graves as suas consequências, maior preocupação deverá ter o gestor com o seu monitoramento, seja estabelecendo controles rígidos ou até mesmo não executando em determinadas situações tal atividade.

A APR é uma ferramenta preventiva, que ajuda a organização a evitar surpresas e, quando necessário, a conviver de forma controlada com riscos específicos da sua operação.

O Conceito de Risco varia muito nos determinados tipos de aplicações e áreas do conhecimento. Vamos ver alguns conceitos de riscos:

Na ABNT ISO 31000: Gestão de Riscos, Princípios e diretrizes, o conceito de risco “é o efeito da incerteza nos objetivos de uma organização”. De acordo com a norma, efeito é um desvio em relação ao esperado – positivo e/ou negativo – e os objetivos podem ter diferentes aspectos (por exemplo, metas financeiras, de saúde e segurança e ambientais), podendo ser aplicados em diferentes níveis (tais como estratégico, tático, operacional, de projeto, de produto e de processo). Afirma ainda que:

- o risco é, na maioria das vezes, caracterizado pela referência aos eventos potenciais e às consequências, ou por uma combinação destes.

- o risco é, muitas vezes, expresso em termos de uma combinação de consequências de um evento (incluindo mudanças nas circunstâncias) e a probabilidade de ocorrência associada.

O guia PMBOK (2004) define risco como um evento ou condição incerta que, ocorrendo, terá um efeito positivo ou negativo para, no mínimo, um objetivo do projeto. O guia de gerenciamento de projetos também sugere um processo de priorizar riscos para futura análise ou atuação através da avaliação ou combinação da probabilidade de ocorrência e seu impacto.

De forma prática a APR vai ajudar no planejamento da implantação dos controles aos riscos, é através delas que poderemos ter uma visão de quais riscos estabelecer controles mais agressivos e por quais iniciar o processo.

Muitas surpresas poderão ocorrer ao longo da existência de uma empresa e a APR te possibilita realizar um brainstorming sobre elas, a quantifica-las e ranqueá-las para melhor controle dos resultados organizacionais.

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Oportunidade para ganhar dinheiro com a ISO 9001

Você conhece a norma ISO 9001:2008?  Ela é hoje adotada por mais de 1 milhão de empresas no mundo todo.  No Brasil temos cerca de 30 mil empresas certificadas.  Quanto mais as empresas aplicam esta norma, mais o gestores de recursos humanos solicitam o seu conhecimento em currículos de profissionais que atuam nas áreas de administração, economia, farmácia, engenharia e afins, independente da região geográfica, do segmento, porte da organização ou se a empresa é pública ou privada.

Pensando nisso, nós na Total Soluções lançamos em 2013 o Curso de ISO 9001 on line, com foco na aplicação prática desta norma em empresas de diversos segmentos, permitindo que profissionais conheçam o conteúdo da mesma e desenvolvam conhecimentos em gestão da qualidade.



O curso custa apenas R$ 99,90 e é formado por:

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Modelos de Documentos e Manuais;
Slides do treinamento;
Acesso por 1 ano a um ambiente onde você pode baixar mais de 250 modelos de documentos, planilhas e formulários;

Ao final do treinamento você realiza um teste e pode receber um certificado.

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Hoje apresentaremos uma oferta especial para você que pretende realizar este treinamento, e também para todos aqueles que já realizaram este curso conosco.

Depois de realizar o nosso treinamento você poderá indicar para qualquer pessoa da área que possa se interessar em fazê-lo e ganhar R$ 50,00 por indicação realizada!  Não há limites para indicações, você pode indicar quantas vezes quiser.

Eu mesmo já indiquei cursos que participei para amigos e não recebi nada por isso, conosco agora é diferente. Dessa forma você pode estudar ISO 9001, melhorar o seu currículo profissional com um investimento acessível e ainda receber por isso!  Incrível não? 

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Modelo de Plano Anual de Treinamentos ISO 9001



Hoje vamos ver o que é um plano anual de treinamentos, por que e como você poderá fazer o da sua empresa.

Em primeiro lugar podemos definir um plano anual de treinamentos como uma programação onde são listados os colaboradores e os treinamentos que estes deverão fazer dentro de um período de tempo em geral de um ano.

Vamos ver um exemplo.  




Em segundo lugar é uma boa prática estabelecer um plano anual de treinamentos, pois cria-se um cronograma com compromissos de treinamentos na organização.  Os treinamentos são importantes para solucionar as fragilidades nas competências de cada funcionário ou ainda quando novas ferramentas, programas de computador ou metodologias são introduzidas no mercado  se transformando em oportunidades de novos conhecimentos para seus recursos humanos.

A descrição de cargos e a matriz de competência do cargo "vendedor de manilhas de cargas", por exemplo, necessita, dentre outras competências,  de inglês intermediário e habilidade de negociação.  Caso o funcionário não tenha essa competência você pode planejar treinamentos para o mesmo e listar no plano anual de treinamentos.

Por último, sabemos da importância da capacitação dos Recursos Humanos em uma organização, pessoas são quem movem os negócios e na hora de montar um Plano Anual de Treinamentos podemos usar uma planilha no excel, onde vamos listar:  nome dos colaboradores, treinamentos que serão realizados, instrutores ou organizações que fornecem o treinamento e as datas de realização. 

É importante que esse registro seja elaborado pelo R.H com participação dos gestores de cada área/processo e aprovado pela Direção. 

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Disponibilizamos um modelo de Plano Anual de Treinamentos para você baixar agora.

Para fazer o download do plano basta clicar aqui.

O Ambiente de Downloads já possui mais de 250 videos, planilhas de qualidade, apresentações e documentos sobre Qualidade e ISO 9001 que você poderá ter acesso por apenas R$ 30,00 anual.  Adquira agora mesmo seu acesso usando o Pagseguro da UOL.





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Controle da Qualidade Total - Conceitos Principais

Relendo o livro Livro Gestão da Qualidade - Conceitos e Técnicas de Luiz Cesar Ribeiro Carpinetti encontrei uma frase que achei conveniente compartilhar no Total Qualidade. Ela trata da Gestão pela Qualidade Total (GQT).

Nele o Departamento de Defesa Norte Americano conceituou GQT como “atividades de melhoria contínua envolvendo todos em uma organização em um esforço totalmente integrado na direção da melhoria do desempenho em cada nível da organização.  Esta melhoria de desempenho é direcionada para satisfazer objetivos como qualidade, custo, prazo, missão e objetivos. [...] Essas atividades são focadas no aumento da satisfação do cliente/usuário.”
Destaquei algumas expressões que considero importantes:  melhoria contínua, todos, esforço totalmente integrado, objetivos, aumento da satisfação do cliente.

Note que empresas que são gerenciadas com base na qualidade total buscam incessantemente a melhoria contínua de seus produtos e serviços.

Elas precisam que todos na organização estejam envolvidos, engajados e conscientes de que são uma parte importante em uma engrenagem maior chamada organização.  Se a área de recursos humanos não contratar um bom profissional ele prejudicará a produção, se uma matéria - prima adquirida fora das especificações for aceita a produção sofrerá novamente, se a inspeção da qualidade não for realizada o cliente receberá um produto comprometido.

O esforço deve ser totalmente integrado, e para isso existe o importante conceito amplo da liderança.  Empresas que implantam a Gestão da Qualidade Total devem ser lideradas por pessoas capazes e que permitam que todos andem de forma a atingir os mesmos objetivos.

Empresas assim determinam e perseguem objetivos, elas sabem onde precisam chegar e para isso, estabelecem as suas metas.

Segundo Montgomery, em seu livro Introdução ao Controle Estatístico da Qualidade (2004): "O Gerenciamento da Qualidade Total (ou GQT) é uma estratégia para implementação e gerenciamento das atividades de melhoria da qualidade em toda a organização. O GQT começou no início dos anos 80, com as filosofias de Deming e Juran como ponto central." Para a implementação de programas de GQT em organizações é importante que todas as áreas da organização sejam envolvidas e para isso é preciso que os responsáveis tenham um bom conhecimento sobre cada uma delas, sejam líderes e tenham um bom programa de comunicação interna.

E se você trabalha com base nesses princípios, grandes são as chances de você satisfazer seus clientes.

Que tal conhecer a norma ISO 9001?  Ela tem tudo a ver com Qualidade Total e pode trazer grandes diferenciais competitivos para sua organização.


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Nova ISO 9001 2015 terá Gestão de Riscos como novidade



Muitos sites e blogs no Brasil e no exterior já estão comentando o Working Draft da nova norma ISO 9001 versão 2015.  Teremos mudanças significativas na estrutura dos requisitos, que até agora passarão a ser 10 requisitos ao invés dos oito atuais.  Mas o que mais tem marcado as mudanças nessa nova norma certamente é a questão da Gestão de Riscos.

Já tinha comentado bastante sobre a ISO 31000:2009 aqui no Total Qualidade desde 2010.  Você pode ler clicando aqui tudo que publicamos sobre essa norma.

O Working Draft é um documento ainda não definitivo, mas muitas pessoas já esperavam a entrada da Gestão de Riscos na norma ISO 9001 e é bastante provável que ela esteja na versão 2015.

Aquelas empresas que estão tendo dificuldades hoje em manter a ISO 9001:2008 se prepararem, se as mudanças se confirmarem existirão mais dificuldades.

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Aproveitando esse link, vamos aproveitar e entender um pouco mais sobre o processo de gestão de riscos da ISO 31000.

Em 2009 foi lançada a versão brasileira da norma de gestão de riscos, a ABNT NBR ISO 31000:2009 - Gestão de Riscos - Princípios e Diretrizes. Muitas são as pessoas que já estão estudando e iniciando processos de implantação desta norma em empresas, a quantidade de publicações e cursos sobre o tema também vêm aumentando. Hoje vou apresentar um resumo do processo de gestão de Riscos da ISO 31000 (Requisito 5), que um pouco se assemelha aos processos de gestão de riscos do Guia PMBOK de Gerenciamento de Projetos e também da OHSAS 18001:2007. Já apresentamos aqui no Total Qualidade os princípios da ISO 31000. Aproveite para conhecer também.


Processo de Gestão de Riscos


5.2 Comunicação e Consulta

A consulta as partes interessadas, tanto externas quanto internas é essencial num processo de gestão de riscos. Isso deverá ocorrer em todas as fases, tanto no estabelecimento dos critérios de risco, na identificação, avaliação e tratamento de riscos ou em ocorrências de sinistros. A cada momento é necessário que a organização tenha as ferramentas e técnicas adequadas para a comunicação. Um dos princípios da gestão de riscos é que o processo de gerenciar riscos deve ser parte integrante de todos os processos organizacionais, para que isso possa ser concretizado, um bom plano de comunicação deve ser planejados nas etapas iniciais.

5.3 Estabelecimento do Contexto

Nesse momento são definidos os critérios para gestão de riscos e o escopo da gestão. O contexto deve ser dividido em contexto interno e externo a organização. No contexto interno a organização deve analisar a sua estrutura organizacional, processos, responsabilidades, os sistemas de informação internos e o diálogo e relações com as partes interessadas internas. No contexto externo questões como o ambiente cultural, legal, social, político, financeiro, tecnológico, e econômico devem ser avaliados, assim como a relação com partes interessadas externas, sua percepção e valores.

5.4 Processo de Avaliação de Risco

5.4.2 Identificação de Riscos

Essa é a fase onde um conjunto de riscos devem ser identificados, nesta etapa o objetivo é gerar uma lista abrangente de riscos que possam criar, aumentar, evitar, reduzir, acelerar ou atrasar a realização dos objetivos. Um risco não identificado nesta fase não será incluído em análises posteriores, por isso é importante que muita atenção e esforço sejam feitas nessa análise. A tendência é que as organizações com o tempo passem a incrementar essa lista com novas fontes de risco, o processo deve melhorar continuamente.

5.4.3 Análise de Riscos

A análise de riscos vai fornecer uma compreensão sobre os riscos. Envolve a apreciação das causas e das fontes de risco, suas consequências positivas e negativas, e a probabilidade de que essas consequências possam ocorrer. Nessa etapa a organização deverá analisar todos os riscos identificados, verificando quais são as consequências e probabilidade dos riscos, isso será insumo para a etapa posterior.

Segundo a ISO 31000 "a análise de riscos pode ser realizada com diversos graus de detalhe, dependendo do risco, da finalidade da análise e das informações, dados e recursos disponíveis. Dependendo da circunstância a análise pode ser qualitativa, semiquantitativa, quantitativa ou uma combinação destas." Organizações menores com menos recursos tecnológicos terão mais dificuldade de conduzir uma análise quantitativa dos riscos, mas isso não impede que um processo de gestão possa ser estabelecido e traga resultados satisfatórios.

5.4.4 Avaliação de Riscos

Quais riscos precisam de tratamento? Qual a prioridade para implementação do tratamento?Este é o momento de dizer, por exemplo, se um risco deve ou não ser tratado e com qual prioridade.

A avaliação de riscos envolve comparar o nível de risco encontrado durante o processo de análise com os critérios de risco estabelecidos quando o contexto foi considerado. Com base nesta comparação, a necessidade de tratamento pode ser considerada.

5.5 Tratamento de Riscos

Segundo a ISO 31000 "O tratamento de riscos envolve a seleção de uma ou mais opções para modificar os riscos e a implementação dessas opções. Uma vez implementado, o tratamento fornece novos controles ou modifica os existentes"

Aqui são implementados os planos de ação para tratamento dos riscos.

Em geral, riscos podem ser:

  • Evitados, não realizar a atividade;
  • Aumentados, quando eles forem uma oportunidade (risco positivo);
  • Remoção da fonte de risco;
  • Redução da probabilidade de ocorrer;
  • Redução da consequência;
  • Compartilhados com terceiros (seguros por exemplo);
  • Retidos por uma decisão bem consciente e embasada.
5.6 Monitoramento e Análise Crítica

Ao longo do processo de gestão de riscos a melhoria contínua deverá acontecer. Ao longo da utilização da metodologia os critérios de riscos poderão ser alterados, novas ocorrências poderão incrementar as listas de riscos e oportunidades poderão ser consideradas. O contexto interno e externo podem sofrer alterações e a organização aprender com seus sucessos e falhas. Você poderá criar indicadores também para o seu processo de gestão de riscos e identificar pontos de melhoria a cada medição.
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A ISO 31000 fornece as empresas uma excelente diretriz para a gestão de riscos, aproveitar essa ferramenta e integrá-la a sua estrutura de gestão poderá ser um bom ingrediente para manter o seu negócio sustentável e sob controle numa visão de longo prazo.  A nova ISO 9001 2015 terá a gestão de riscos em sua estrutura, então, está aí um bom momento para começar a conhecê-la.
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Auditorias de Sistemas de Gestão - Conceitos, Termos e Definições

A ISO 19011:2012 ampliou seu escopo de auditorias de sistemas de gestão da qualidade e ambiental para auditorias em mais sistemas de gestão.  A norma cita os sistemas de gestão de segurança de transporte, meio ambiente, qualidade, segurança da informação, segurança e saúde ocupacional.

Essa norma sempre foi utilizada como um norte para formação de auditores, sendo também referenciada diretamente no texto da ISO 9001:2008 no requisito 8.2.2 Auditoria Interna.

Hoje apresentaremos os novos conceitos que apareceram nessa nova versão da ISO 19011.

Observador - pessoa que acompanha a equipe da auditoria, mas não audita.  Geralmente  ele é de um organismo certificador, de um organismo regulamentador, ou outra parte interessada que testemunhe a auditoria.

Guia -  pessoa apoiada pelo auditado para apoiar a equipe de auditoria.  Geralmente o guia pode ser uma pessoa que conhece as instalações, a cultura, diferentes idiomas, etc.

Vale ressaltar que ambos já eram conceitos conhecidos da última versão da norma ISO 19011, com estes nomes citados em seu texto.  Agora eles foram também inseridos na seção 3 - Termos e Definições.

Risco - efeito da incerteza nos objetivos.   Esse considero ser o novo conceito mais importante na norma.  A partir da versão ISO 19011:2012 a Gestão de Riscos passa a ser aplicada também ao Programa de Auditorias.  Aproveite para ler o que já publicamos sobre esse tema.

Outros três novos conceitos já eram velhos conhecidos da ISO 9000:2005.

Conformidade - atendimento a um requisito.

Não Conformidade - não atendimento a um requisito.

Sistema de Gestão - sistema para estabelecer política e objetivos, e para atingir estes objetivos.

De uma forma geral, dois são os pontos que considero fundamentais na nova norma: a aplicação dos princípios e requisitos em auditorias de qualquer sistema de gestão e, também, a entrada da gestão de riscos aos programas de auditorias.  A gestão de riscos provavelmente estará presente também na nova norma ISO 9001.


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Princípios de Auditorias de Sistemas de Gestão - Norma ISO 19011:2012



Para que uma auditoria aconteça de forma a produzir uma conclusão real, confiável, justa e que agregue para a melhoria contínua do sistema de gestão da empresa, é necessário que os auditores sigam alguns princípios definidos na norma ISO 19011:2012 que trata das auditorias em sistemas de gestão. Esta norma, no requisito 4, apresenta os seguintes princípios de uma auditoria, que pouco mudaram da última versão de 2002 para esta.

Vamos ver quais são eles:

Os princípios seguintes estão relacionados a auditores.

A) Integridade: o fundamento do profissionalismo.

Um auditor deve ser integro e ético, não deve aceitar presentes e não se deve influenciar por elogios e subornos em uma auditoria.  Deve fazer seu trabalho de forma a representar a verdade.

B) Apresentação justa: a obrigação de reportar com veracidade e exatidão.

O auditor deve relatar com exatidão tudo aquilo que observa em uma auditoria, deve fazê-lo com total zelo e observação aos requisitos e a realidade do que está sendo auditado.

C) Devido cuidado profissional: a aplicação de diligência e julgamento na auditoria

Auditores pratiquem o cuidado necessário considerando a importância da tarefa que eles executam e a confiança colocada neles pelos clientes de auditoria e outras partes interessadas. Ter a competência necessária é um fator fundamental para que a verdade da auditoria seja registrada.

D)  Confidencialidade:  a segurança da informação

Os auditores terão acesso a várias informações estratégicas do auditado e é necessário que não usem essa informação em vantagem própria.

Outros princípios se relacionam a auditoria, que é por definição independente e sistemática

E) Independência: a base para a imparcialidade da auditoria e objetividade das conclusões de auditoria

Se você trabalha no setor de compras não deveria auditar esse setor em uma auditoria interna. Se você é um auditor de certificadora não seria desejável auditar a empresa que é dirigida por seu irmão ou parente. Se você é um organismo que audita e pode certificar sistemas de gestão seria desejável que não realizasse também consultorias.

Nesta nova versão da norma ISO 19011:2012 uma ressalva é colocada para as pequenas organizações:  "pode não ser possível que auditores internos tenham a total independência da atividade que está sendo auditada, porém convém que seja feito todo o esforço para remover a tendenciosidade e encorajar a objetividade."

F) Abordagem baseada em evidência: o método racional para alcançar conclusões de auditoria confiáveis e reproduzíveis em um processo sistemático de auditoria

Não existe "achismo" na auditoria. Ou existem evidências ou não se pode concluir com veracidade sobre um processo auditado.

São exemplos de evidências objetivas de uma auditoria:

- Não foram evidenciados os registros que comprovam a escolaridade do gerente de produção, ou
- O lote de produtos 082 encontra-se sem os registros de liberação do produto.
- Foram evidenciadas registros de avaliação dos fornecedores XTSM do BRASIL e ABGT Computadores, porém não foram evidenciadas os registros de avaliação do fornecedor TZT Informática considerado crítico para o Sistema de Gestão da Qualidade.

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Acrescento também algumas características importantes que tenho percebido em bons auditores, eles se preocupam com as questões mais abrangentes de uma organização. Bons auditores analisam mais a fundo o que ocorre na realização do produto, na definição de competências dos recursos humanos, em como funciona o processo de aquisição de produtos e no processo de avaliação da satisfação dos clientes.

Percebi que auditores como estes agregam mais a empresa, ao contrário de auditores que buscam evidências menores de um sistema de gestão, por exemplo, buscam erros em cabeçalhos e rodapé de documentos, buscam falhas pontuais, ou no jargão da área "catam não conformidades", ao invés de buscar as conformidades do processo e entender o sistema de gestão como um todo. É importante também que auditores não confundam auditoria com consultoria.

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Lista Mestra da ISO 9001 - Documentos da Qualidade



Hoje vamos falar sobre um documento que acho fundamental em sistemas de gestão da qualidade, trata-se da famosa lista mestra.  Esse formulário contém uma relação com todos os documentos do SGQ de uma empresa certificada ISO 9001 e funciona como um índice de documentação.  

Se você considerar que toda a documentação do seu Sistema de Gestão da Qualidade é como um grande livro, então uma boa analogia é que a lista mestra é o seu índice.

Através da lista mestra você poderá armazenar informações como:  código do documento, o nome do documento, a sua revisão atual, o elaborador, as áreas que devem receber cópias controladas deste documento, dentre outras informações que você considerar relevantes.

Com a lista mestra você tem uma visão ampla da documentação do seu sistema de gestão da qualidade e sabe para quem deve enviar documentos quando eles forem revisados e sabe também quais são os documentos que estão em uso no SGQ.

Vamos ver uma imagem de uma lista mestra de documentos.



A lista mestra não é obrigatória, ela não é citada na norma ISO 9001, porém para que o controle de documentos seja apropriado é fundamental que ela seja utilizada.  Certamente facilitará a vida do gestor desse processo.

Nós disponibilizamos para download um modelo de lista mestra.  Para baixar clique aqui.

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Determinação de Requisitos dos clientes - ISO 9001

Hoje vamos falar sobre um dos pontos mais importantes para uma organização certificada na norma ISO 9001, a determinação dos requisitos dos clientes.

Os requisitos dos clientes representam as suas necessidades, desejos, expectativas e obrigações legais para produtos, que uma organização certificada, em primeiro lugar, deve compreender e depois trabalhar para que eles sejam atendidos.

A primeira pergunta que faço é:  você já parou para analisar o que é importante para seus clientes hoje?  Você já conseguiu compreendê-los?  Será que o que você produz é superior do que é produzido pela concorrência?

E no futuro, quais melhorias você poderia fazer em seu produto ou serviço que fariam com que os cliente se interessassem por fazer negócios com você?  (veja o artigo no Profissional da Qualidade sobre melhoria contínua na prática).

Os requisitos dos clientes precisam estar claros, tanto os requisitos quantitativos quanto qualitativos.  Os últimos são mais complexos de serem mapeados.  É mais fácil saber que um cliente necessita de uma porca sextavada com diâmetro de X polegadas e com tolerância de Y polegadas do que entender o que um cliente de um buffet de casamento precisa.  Muitas coisas precisam ficar claras para que não haja surpresas quando os requisitos forem mais subjetivos.

Deixo uma dica, procure deixar o máximo de coisas registradas, o máximo! Faça brainstormings de forma exaustiva e identifique tudo aquilo que possa gerar mal entendido.  Apresente isso de forma verbal também para o cliente, se possível, leia com ele os principais itens do contrato.  Seu cliente terá mais confiança em você.

A norma ISO 9001:2008 classifica os requisitos dos clientes para seus produtos e serviços como sendo:

a) Os requisitos especificados pelo cliente, incluindo os requisitos para entrega e para atividades de pós-venda;

b) Os requisitos não declarados pelo cliente, mas necessário para o uso especificado ou pretendido, onde conhecido;

c) Requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis ao produto, e

d) Quaisquer requisitos adicionais considerados necessários pela organização;

Vamos ver alguns processos interessantes sobre identificação de requisitos de clientes muito aplicados na prática por empresas de diversos segmentos que você poderá no futuro se aprofundar mais.

  • Pesquisas de mercado
  • Requisitos de Contrato
  • Análise de Concorrência
  • Leis e regulamentos específicos do produto.
  • Comparação com as melhores práticas (benchmarking)

Veja também um artigo sobre benchmarking.


Veja também esse artigo do Ronaldo Costa no Qualiblog sobre Requisitos de Clientes não declarados.

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Curso de Mapeamento e Gerenciamento de Processos ISO 9001:2008 em São Paulo

Curso de Mapeamento e Gerenciamento de Processos ISO 9001:2008 em São Paulo










No dia 14 de Junho a Knower Consultores irá realizar em São Paulo o Curso de Mapeamento de Processos. Seu objetivo é apresentar de forma objetiva o conceito de abordagem por processos e como mapear e gerenciar processos de um sistema de gestão de qualidade baseado na NBR ISO 9001:2008.

Ao término do curso os participantes serão capazes de mapear processos organizacionais da empresa e gerenciar os processos de acordo com as estratégias da organização.

A Knower oferece também descontos graduais entre 10% e 20% a partir da segunda participação do aluno em qualquer um dos cursos abertos, além de um desconto especial para estudantes.


Para mais informações acesse:





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Exemplo de Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, uma exigência da lei 12.305/2010 e conforme a mesma deve ser aplicada a empresas da construção civil no Brasil, e agora, aquelas que buscam uma certificação no PBQP-h – Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat de acordo com a nova norma SiAC emitida em dezembro de 2012.

De acordo com a Lei 12.305/2010, artigo 21,  o PGRS deverá conter: diagnóstico dos resíduos sólidos gerados ou administrados, contendo a origem, o volume e a caracterização dos resíduos, incluindo os passivos ambientais a eles relacionados, dentre outras exigências.

Para empresas que estão certificadas no PBQP-h e passarão este ano por auditoria na nova norma, desenvolvi um modelo de PGRS que já foi auditado por certificadora com aprovação sem a ocorrência de não conformidades.

O PGRS é um documento que considero essencial para qualquer empresa de construção civil, pois servirá como um norte na gestão dos resíduos sólidos determinando como reduzir, reutilizar, segregar, movimentar e descartar resíduos.  Na minha opinião um grande avanço no SiAC PBQP-h a exigência que as construtoras atendam a lei 12.305/2010.


Para receber este modelo por e-mail, basta adquirir o nosso Ambiente de Downloads no valor de R$ 30,00. Você receberá inteiramente grátis o modelo de Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos para uma construtora.




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Nós do Total Qualidade apoiamos toda e qualquer iniciativa que reduza a produção de resíduos sólidos, o consumo consciente e que o destino aos mesmos seja dado de forma apropriada, em acordo com os regulamentos e leis de nosso país.
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AS SETE NOVAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE


Por Mauricio Branzani
Analista da Qualidade
mauriciobranzzani@gmail.com





As sete novas ferramentas da qualidade foram criadas durante a década de 70, mudando um pouco o foco do que era conhecido até então. Se anteriormente tínhamos ferramentas que abordavam a resolução dos problemas visando a detecção das causas como algo voltado apenas para profissionais da qualidade, nesta revisão passamos a ter algo focado para a gestão como um todo, na administração de processos e os dificuldades que podem aparecer durante a busca por metas estabelecidas. 

Dessa forma, gostaria de mostrar um quadro que elaborei para explicar de forma simples quais são estas ferramentas e qual o objetivo de cada uma delas. Dá até para, durante a leitura, traçar um paralelo com as ferramentas básicas. 

Vamos ver o quadro com as sete novas ferramentas da qualidade:

Nova ferramenta
Aplicação
Vantagens
Diagrama de afinidade
Estudo e análise de não conformidades, buscando a definição da causa-raiz.
Para a construção deste diagrama, os trabalhos se iniciam em uma reunião com os envolvidos, onde se parte para um brainstorming. Com o resultado, iniciam a montagem do gráfico agrupando as causas por similaridade. Difere do diagrama de causa e efeito porque os "Emes" de Ishikawa são pré-definidos, enquanto no diagrama de afinidade se agrupa conforme o resultado do brainstorming.
Diagrama de inter-relação
Busca elucidar o entendimento de um processo produtivo, onde pode se enxergar as entradas e saídas, causas e efeitos na relação entre processos. Aconselhável quando é necessário entender os pontos de gargalo ou falhas operacionais
Pode demonstrar com clareza o passo-a-passo de um processo, visualizando de forma macro as etapas definidas e facilitando o estudo individual de cada um deles, além do impacto que os problemas gerados em um ponto do processo pode ocasionar nos subseqüentes.
Diagrama de árvore
Organizar os meios de se atingir um objetivo. É válido para algo que se exija um planejamento com alguns passos e o envolvimento de mais de uma pessoa.
Esta ferramenta pode dar ao grupo ou seu líder/gestor a opção de, a cada passo, prever as dificuldades, os pontos a serem melhorados e o que fazer para cada etapa vencida tenha os seus melhores resultados possíveis.
Diagrama de matriz
Consiste em organizar informações em forma de tabela, visando decompor um assunto em pequenos pontos, facilitando a definição de ações.
Esta ferramenta é muito utilizada para se organizar um sistema de qualidade ou atribuir tarefas entre os integrantes de uma equipe (fonte: http://gerisval.blogspot.com.br)
Análise de dados de matriz
Trata-se de uma sistemática de análise para qualquer conjunto de dados disposto como uma matriz, inclusive o "Diagrama de Matriz"
Facilita a padronização de estudos de melhorias em processos ou métodos de produção, unificando os procedimentos e agilizando a tomada de decisões.
Gráfico de programa de decisão de processo
O PDCP (Process Decision Programme Chart) consiste num modelo gráfico onde são esquematizadas possíveis decorrências de decisões relativas à solução de um problema. O diagrama tende a detectar situações não previstas, possibilitando abortar sua ocorrência ou, caso ela seja inevitável, listar as ações para neutralizá-la. Assim, pode-se tanto antecipar quais problemas serão derivados de uma tomada de decisão, quanto evitar sua ocorrência. (fonte: http://nelsonrosamilha.blogspot.com.br/)
Por se tratar de uma ferramenta que busca estudar as variáveis de um processo, o PDCP facilita o detalhamento de atividades rotineiras, além de ajudar a prever situações não esperadas. Acaba sendo mais abrangente que o fluxograma.
Diagrama de flecha
Busca demonstrar uma sequência lógica para um conjunto de ações, como um "passo-a-passo", onde o grupo visualiza os caminhos a seguir para alcançar determinado objetivo.
Este diagrama é aplicado em situações onde o próximo passo de uma sequência depende determinantemente da definição do primeiro. Ajusta-se bem a estratégias de longo prazo que dependem de fatores externos.






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Arte da Guerra de Sun Tzu Aplicada a Negócios


Recentemente relendo o livro A Arte da Guerra de Sun Tzu, achei relevante escrever sobre algumas frases marcantes desse livro de estratégia militar, escrito por volta de 500 a.C. e que continua muito moderno hoje, sendo cada vez mais aplicado no mundo dos negócios.

Já tinha publicado aqui no Total Qualidade um artigo sobre as relações marcantes entre Sun Tzu e Michael Porter, este último estrategista não militar, porém conhecido internacionalmente como um dos maiores nomes sobre estratégia corporativa.

Para Sun Tzu, a guerra, que no ambiente corporativo podemos entender como a competição entre duas empresas pelos clientes disponíveis no mercado, sempre é encarada como uma questão muito mais de inteligência do que de força. Sun Tzu é um grande defensor do uso de atitudes mais sábias do que brutas.

Segundo ele "A habilidade suprema não consiste em ganhar cem batalhas, mas sim em vencer o inimigo sem combater."

No mundo dos negócios não é muito diferente, as empresas que conseguem se destacar em relação aos clientes são aquelas que inovam, desenvolvem produtos superiores e que chegam ao mercado sem encontrar qualquer tipo de concorrência.  Elas não perdem muito tempo em batalhas sangrentas de marketing através de propagandas ou redução de preços, ao contrário, criam diferenciais que atraem os clientes.

A guerra é o último meio para se atingir um propósito de um reinado ou, no mundo moderno, de uma empresa. Conforme defende Sun Tzu, a guerra não deve ser vista como um fim, mas como um meio para se atingir propósitos superiores.

Segundo ele "Nunca houve guerra longa que fosse benéfica para qualquer um dos reinos envolvidos."

Assim como no mundo militar, no mundo dos negócios a guerra entre empresas pode não ser o melhor caminho, tampouco aquelas que são travadas por longos e longos anos.

O melhor é inovar e buscar mercados não explorados.  Não atacar o inimigo, mas desenvolver um arsenal superior, que faça com que o inimigo, peça o cessar fogo antes mesmo de a batalha começar.

Arte da Guerra de Sun Tzu tem excelentes insights sobre liderança e estratégia que valem muito a pena para qualquer gestor de negócios.

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Gestão de Requisitos Legais em Sistemas de Gestão

Escrito por Ted Marcel Horn
Gerente de QSMS
ted.horn@gmail.com
Twitter - @tedmhorn


Há alguns anos, durante uma reunião, ouvi do Diretor Presidente da empresa em que eu trabalhava a seguinte frase: “Aqui na empresa ninguém tem procuração para descumprir qualquer lei”. Talvez essa tenha sido uma das melhores representações do que significa a gestão de requisitos legais das atividades de uma companhia. Duas palavras foram enfatizadas à época: ninguém e descumprir.

Com essa fala, era consenso entre todos os presentes que estava bem claro que o cumprimento de todos os requisitos legais, fossem eles leis, regulamentos, códigos, normas, itens contratuais, era, além de uma obrigação, um valor da empresa. Logo após o mesmo Diretor afirmou: “Somos uma empresa que cumpre leis”. E nem poderia ser diferente, ainda mais se tratando de uma empresa de grande visibilidade.

A conformidade legal, seja qual for a atividade, não é passível de discussão ou argumentação a respeito de sua obrigatoriedade. Obviamente que, com o volume de legislações e normativas vigentes no Brasil, essa tarefa não é nada fácil. Porém, há o pressuposto de que todos conhecem suas obrigações. Cabe, então, aos responsáveis de cada empreendimento, determinar qual será a melhor forma de conhecer seus requisitos legais e estabelecer um planejamento para atendê-los da melhor forma possível.

Para praticamente todos os setores da economia existe alguma regulamentação, seja ela genérica, enquadrando diferentes tipos de atividades similares, seja ela específica e aplicável a casos bem determinados. Esses requisitos podem estabelecer características obrigatórias de produtos e serviços, condições a serem atendidas para realização de determinadas atividades, padrões de qualidade, dimensões (mínimas ou máximas), proporções e dosagens de insumos.

Muitos requisitos, como os de segurança do trabalho, por exemplo, provém de estudos desenvolvidos por comissões técnicas e grupos de trabalho com diversos representantes que avaliam cada situação, o cenário atual, as regulamentações existentes, e como o trabalho pode ser feito sem trazer prejuízos para quem a executa. Dessa forma, se busca estabelecer parâmetros uniformes para que toda e qualquer pessoa que realizar atividade como aquela analisada possa executá-la da forma mais segura possível.

Atualmente existem diversas ferramentas disponíveis no mercado que fazem desde a caracterização da empresa, identificação dos requisitos aplicáveis e até mesmo oferecem um ambiente digital para a gestão dos itens a serem cumpridos, prazos envolvidos, responsáveis, rotinas de atualização, enfim, instrumentos que facilitam bastante o trabalho de gerenciamento dos pontos identificados que devem ser atendidos.

Além de tudo o que foi mencionado, ao cumprir integralmente suas obrigações referentes a requisitos legais, a empresa evita multas, processos, embargos e todo tipo de sanções previstas para cada descumprimento, que podem representar prejuízos indesejáveis não só financeiros, mas comprometer a imagem da empresa. Vale ressaltar que além de sanções pecuniárias ou paralisações  existe toda uma responsabilização civil e criminal envolvida, o que torna essa gestão ainda mais importante.

Por fim, é interessante lembrar que, num ambiente tão competitivo como o mercado atual, cumprir a lei além de ser um valor a ser considerado entre os membros de uma empresa e claro, uma obrigação, é também um ponto fundamental para a credibilidade do negócio, pois sua má condução pode significar uma desqualificação do produto ou serviço oferecido, fato esse que pode ser utilizado exaustivamente pelos concorrentes, ávidos por ocupar um espaço cada vez maior no segmento.

Um abraço e bom trabalho!




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