Perguntas sobre Eike Batista - e-mail de um leitor do Total Qualidade
Nós publicamos alguns dias atrás a entrevista do Eike Batista no Fantástico no dia 02 de Janeiro de 2012. E um leitor do blog me enviou um e-mail interessante que questiona a gênesis de sua fortuna. Achei o texto muito interessante e pedi a autorização do Arnaldo Nunes para publicarmos aqui no Total Qualidade. Muitos sabemos do sucesso de Eike Batista, mas também muitos de nós questionam a acurácia que ele tem para descobrir recursos naturais em lugares tão distantes do Brasil, muitos questionam se houve facilitações pelo fato de seu pai, Eliezer Batista, ter sido Ministro das Minas e Energia e presidente da Vale do Rio Doce.
Vamos dar uma lida no email enviado pelo Arnaldo Nunes.
Boa tarde.
Gostaria de saber em detalhes o gênesis dessa fortuna; quem é o pai desse homem e quais cargos, funções ou atribuições teve no passado em relação ao governo brasileiro.
A que ele atribui esse feeling, essa sensibilidade, esses pressentimentos ou a percepção apurada para farejar locais exato de investir, em minérios por exemplo.
Foi um sexto-sentido, um insite divino que o levou a investir em terras indígenas coalhadas de diamantes? Isso sim é que é percepção, ele explica como a gente treina isso? Qual mantra devemos recitar para invocar essa sensibilidade? Acho que não.
Acho que seria uma palestra muito mais interessante, pois como toda história de sucesso ou fracasso é importante o ponta-pé inicial e mais ainda após isso são os meios usados para chegar-se ao sucesso.
Eu tenho comigo que a arma mais importante para se conseguir vencer na vida e ter sucesso é ter acesso ao máximo de informação sobre o "negócio" a empreender, e se tiver antecipadamente essa informação exata e exclusiva só não terá sucesso quem for muito relapso.
Se alguém tiver uma entrevista desse tipo com esse homem eu me interesso em ouvir, caso contrario não credito valor algum aos ensinamentos dele.
Creio que uma entrevista para motivação com o falecido Jorginho Guinle onde ele explicaria como era tão milionário e como levou a vida seria no mínimo mais engraçada.
Obrigado,
Arnaldo





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